Estado de Exceção
CAPÍTULO
I
ANÁLISE
POLÍTICA DO BRASIL
Introdução
Está-se
vivendo um Estado de Exceção. O que quer dizer isso? Embora seja um
termo reconhecido na ciência social, o que importa é o resultante
de tudo isso. Na prática, significa uma vazio institucional no país.
O Brasil saiu de uma democracia tutelada, mais ou menos aceita pelos
militares, visto que a maior parte da estrutura política do país
não foi questionada pelos governos eleitos, para um verdadeiro
estado de exceção, ou seja, para um país em que o que tem mais
força faz a lei. Na medida em que as leis perderam a validade real,
visto que quem aplica a lei, só aplica o que interessa, justificando
os seus atos ilícitos em nome da segurança nacional, do bem para o
país, no combate à uma suposta corrupção, ou até mesmo para
combater organizações criminosas ligadas ao tráfico de drogas, o
Brasil caminha a passos rápidos para um limbo institucional
gravíssimo, em que a democracia tutelada que está implantada desde 1984, seja transformada,
novamente, num estado totalitário, voltando as hostes fascistas ao
poder, sem a evidente participação da oposição.
Colocado
o assunto, de forma genérica, deve-se esmiuçar os temas, os
recortes possíveis.
Na
verdade, não são todos os militares que pensam em tomar o poder e
governar o país, enquanto militares em seus postos. E nem todo o
judiciário pensa em interferir, de forma direta, no executivo,
utilizando-se de suas togas para defender interesses partidários.
Quais
são esses militares, quais são esses juízes que estão
interessados em participar do governo, entrando pela porta dos
fundos, sem se candidatarem a qualquer posto, ignorando quaisquer
princípios democráticos?
O
jornalista William Waack (2018) forneceu subsídios para uma análise
do pensamento militarista no país, especialmente do grupo que
pretende não ficar na caserna, na garantia da constituição, e que
não pretende ser coadjuvante do processo político em curso,
procurando um protagonismo para os militares que é completamente
inconstitucional, mas é de reconhecimento de todos que faz parte da
história da república brasileira. De longe, a constituição
é apenas um papel, para tal grupo de militares. A ideia de que são
os militares que resolveram uma renovação do pacto federativo fora
da democracia vigente, só podem sugerir que os militares têm a
percepção de que o papel deles é além da constituição. Nesse
sentido, nem o STF parece ser uma instituição confiável. A
descrença nas instituições democráticas tem um fundo fascista
evidente. A tutela dos militares sobre o STF, sugere que dentro do
próprio STF existem grupos que interagem com grupos francamente
inconstitucionais. O conluio seria evidente entre grupos de militares
e grupos do STF. Nota-se, portanto, uma ruptura institucional
evidente, com o apoio de governos atuais que foram eleitos
democraticamente. A pergunta que se faz é clara: A quem interessa a
democracia? Certamente, a uma parte do STF. O artigo também sugere
que os militares sugerem uma tática de apoiar um candidato que
aceitaria uma ingerência maior de certos grupos de militares na
própria política, sugerindo uma nova “caça às bruxas”,
terminando institucionalmente com os partidos e a democracia. Uma
democracia tutelada, como certos grupos de militares preferem. Por
outro lado, como na Alemanha, como na Itália, ou até mesmo durante
o “McCarthyism”, nos EUA, o capitalismo parece coabitar o
mesmo território que os regimes totalitários em geral, tanto no
Ocidente, tanto no socialismo real. Essa tendência mundial já foi
denunciada por george orwell, em que o Estado passa a dominar
completamente os indivíduos, em nome de interesses privados de
grupos da sociedade, como parte dos militares, como parte do STF e
outros que temem a chamada “esquerdização” da sociedade,
leia-se “democracia”. Os EUA, como braço estendido do
Imperialismo, interfere desbragadamente em frágeis democracias como
a do Brasil. Questionado em seu próprio país, o “xerife” do
mundo prega moral de calças curtas, como já foi denunciado em
inúmeros documentários. Não é a toa que querem vender tudo que
puderem no país para o capital estrangeiro. É o Estado do Mínimo
esforço. Dizem que vão trabalhar para questões fundamentais da
sociedade, mas só dizem. De fato, é a entrega do país para o
estrangeiro. Vamos votar para presidente dos EUA? O discurso desse
militares que defendem o golpismo não tem nada de nacional e nem
estão interessados em pactos federativos. O negócio é mais em
baixo, na latrina da política internacional do Imperialismo. Em
troca de favores tradicionais para certa elite brasileira,
entreguista, vão torrar o Brasil no mercado internacional. A
necessidade da sociedade rediscutir o que quer para si mesmo, é
urgente.
“A
coluna é dedicada ao que pensam os militares sobre o momento
político. Condensei mais de dezena de longas conversas recentes com
oficiais de alta patente das três armas, quase todos da ativa,
incluindo dois comandantes. Oficiais generais não manifestam
qualquer disposição para a tal “intervenção” militar. Mas se
perguntam, sem conseguir responder, o que fazer se houver rompimento
de um tecido social já “esgarçado” (expressão muito usada por
eles).
O
cenário mais temido é a quebra de lei e ordem “no caso de uma
besteira qualquer do STF beneficiando o Lula” ou, pior, da
reconhecida falta de contingentes para atuar no caso de greves de PMs
ou a paralisação do País por bloqueios simultâneos de rodovias.
“Achamos
que devemos, sim, alertar em público e em privado para perigos e
chamar à razão pessoas com responsabilidades”, diz um
interlocutor. Assim foi entendido, por exemplo, o já célebre tuíte
do comandante do Exército às vésperas do julgamento de um habeas
corpus em favor de Lula, em abril.
Oficiais
registraram com alívio sinais, vindos de contatos diretos com
integrantes do STF, de que “não haveria surpresas” até o fim do
período eleitoral, o que inclui questões envolvendo a Lei da
Anistia, um ponto descrito como inegociável – boa parte dessa
sensação vem da indicação do general Fernando Azevedo e Silva,
até agora no comando do Estado-Maior do Exército, como assessor do
ministro Dias Toffoli, que assume a presidência do STF. Esse oficial
é uma das principais “cabeças políticas” nas três armas.
Esse
“chamado à razão” – na verdade, um alerta e uma advertência
– resulta menos de um cálculo para interferir na política e mais
para “aliviar enorme pressão” vinda de escalões inferiores nas
estruturas de comando. “Você imagine que um maluco de saco cheio
com a política comande um pequeno destacamento bloqueando algum
lugar – digamos, Curitiba – e aí ninguém segura mais nada”,
admite-se, por hipótese. “A fragilidade do atual governo é um
absurdo, e a falta de autoridade também”, comenta-se. “Não dá
pra achar que a gente vai salvar políticos incompetentes desse
desastre.”
Oficiais
de alta patente já admitem a possibilidade de um presidente Jair
Bolsonaro (“para nós não é mais capitão, é um político
civil”), em relação a quem não mais se declaram refratários,
embora lhe atribuam escassa sabedoria política e pouca capacidade de
articulação para enfrentar um Congresso provavelmente hostil.
“Ponto positivo nele é que talvez ajude a frear essa onda de
esquerdização do País”, diz fonte de alta patente. “Já
conseguiu encurralar parte dessa mídia que é a grande responsável
por esse clima.”
O
general Heleno é um dos principais canais entre Bolsonaro e setores
superiores da ativa, em que se ouve o palpite de que “Bolsonaro
daria um tiro certo se nomeasse o Heleno seu chefe da Casa Civil,
pois tem cabeça política melhor que a dele, e se pusesse um civil
no Ministério da Defesa”, disse um general de destaque.
Nenhum
dos oficiais de alta patente antecipa tranquilidade e estabilidade
pela frente. Acham que há um esforço internacional, incentivado
também pelo PT, de enfraquecer “ainda mais a soberania nacional”,
lamentam que debates sobre segurança e um projeto de País mal
apareçam na campanha, queixam-se de que não há como soldados
resolverem questões de ordem pública, manifestam-se profundamente
descrentes da classe política, mas, também, do Judiciário ser
capaz de reverter a onda de insegurança jurídica (que, apontam, vem
de um STF fracionado por lealdades políticas e pessoais de todo
tipo).
Não
se furtam a fazer comparações com “a bagunça” que precedeu
1964, mas não é a que se poderia esperar (intervir para “salvar a
democracia”, por exemplo). “Naquela época, pelo menos, havia
estadistas”, disse um destacado oficial general. “Hoje, este país
é um deserto de lideranças”. [06
de Setembro, 2018 - 11:30 ( Brasília ). William Waack - "Chamado
à razão". Nenhum dos oficiais de alta patente antecipa
tranquilidade e estabilidade pela frente. William Waack. O Estado de
S.Paulo.http://www.defesanet.com.br/ghbr/noticia/30435/Willian-Waack----Chamado-a-razao-/
].
No caso da Espanha, para seguir no mesmo exemplo, há uma sucessão de denominações:
Por
outro lado, o que é ou quem é a “esquerda”? O pensamento de
grande parte dos militares continua o mesmo, ou seja, de patrolar
todo o pensamento como um pensamento único, como se toda a esquerda
fosse a mesma coisa, e que o pensamento de esquerda fosse totalmente
contrário ao capitalismo ou a própria democracia representativa, no
que é denominado também de democracia popular, democracia
socialista, ou democracia burguesa, dependendo do ponto de vista
tático-estratégico do conceito. Para grande parte dos militares,
toda a “esquerda” é comunista por natureza, inata, determinada,
concreta, defensora de regimes totalitários, do comunismo da antiga
Rússia, da antiga ilha de Cuba, da antiga China, da antiga Albânia,
do leste europeu em geral, bem como da Ásia, do Camboja, da Coréia,
de alguns países da áfrica, sem falar na Espanha.
“A
Guerra Civil Espanhola é geralmente descrita como um conflito entre
democracia e fascismo, sobretudo devido ao contexto político em que
ocorreu, embora também possa ser descrita como um conflito entre um
movimento revolucionário de esquerda e uma contra-revolução de
direita, semelhante à Guerra Civil Finlandesa, à Guerra Civil Russa
e às guerras travadas durante a formação das repúblicas
soviéticas Húngara e Eslovaca”. [ Payne (2012).
p. 231] https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Civil_Espanhola#cite_note-payne2012-12.
Tudo
parece padronizado, “Kitsch”https://pt.wikipedia.org/wiki/Kitsch, "cheesy"https://en.wiktionary.org/wiki/cheesy, pensamento em série. No caso do Brasil, como disse Roberto Gomes, [em Gomes, Roberto, 1944-https://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Gomes. Crítica da razão tupiniquim / Roberto Gomes. — 11. ed. — São Paulo : FTD, 1994. — (Coleção prazer em conhecer) Copyright (c) Roberto Gomes, 1990. ISBN 85-322-0333-7. http://www.iphi.org.br/sites/filosofia_brasil/roberto_gomes_-_critica_da_razao_tupiniquim.pdf], em "sua primeira obra, Crítica da Razão Tupiniquim (1977), em décima segunda edição", em que "questiona a filosofia no Brasil", "um tipo de Filosofia enlouquecida, que não sabe de si":
"Se no ecletismo se fizer presente algum critério, deixa de ser ecletismo, passando a ser uma posição caracterizada pelo critério existente. Além de ingênuo, o ecletismo é impossível. Como sempre haverá, por mais obscuro, algum critério, o ecletismo determina um tipo de Filosofia enlouquecida, que não sabe de si. Pois fazer Filosofia é colocar em questão os critérios, os pressupostos com os quais trabalho. Uma Filosofia não filosofada, eis a estranha coisa - numa estranha expressão - que se tem praticado no Brasil. Nosso sono dogmático consiste em assumirmos uma posição que é, ao mesmo tempo, ingênua e contraditória"(p. 38).
"Se no ecletismo se fizer presente algum critério, deixa de ser ecletismo, passando a ser uma posição caracterizada pelo critério existente. Além de ingênuo, o ecletismo é impossível. Como sempre haverá, por mais obscuro, algum critério, o ecletismo determina um tipo de Filosofia enlouquecida, que não sabe de si. Pois fazer Filosofia é colocar em questão os critérios, os pressupostos com os quais trabalho. Uma Filosofia não filosofada, eis a estranha coisa - numa estranha expressão - que se tem praticado no Brasil. Nosso sono dogmático consiste em assumirmos uma posição que é, ao mesmo tempo, ingênua e contraditória"(p. 38).
No caso da Espanha, para seguir no mesmo exemplo, há uma sucessão de denominações:
"A Frente Popular era formada por partidos republicanos de esquerda, socialistas e comunistas. Integravam-na, entre outras organizações, o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), a União Geral dos Trabalhadores (UGT), o Partido Comunista da Espanha (PCE), o Partido Operário de Unificação Marxista (POUM), além dos partidos republicanos Izquierda Republicana (IR) de Manuel Azaña e a União Republicana (UR) de Diego Martínez Barrio. O pacto era apoiado também por nacionalistas catalães (Esquerra Republicana de Catalunya) e galegos (Partido Galeguista). Os anarcossindicalistas da Confederação Nacional do Trabalho, embora não fizeram parte da Frente, não se mostraram beligerantes com ela, obtendo por isso muitos votos anarquistas (os quais, tradicionalmente, não votavam). Porém, muitos anarquistas que pediram a abstenção nas eleições, lutariam na Guerra Civil apoiando o lado republicano. A coligação entre socialistas, comunistas e nacionalistas republicanos tinha um programa reformista, como a defesa das reformas sociais do primeiro governo de 1931, que foram paralisadas ou eliminadas pelo posterior governo conservador. Também surgia como resposta para a libertação dos detidos e processados por responsabilidades nos feitos ocorridos durante a Revolução das Astúrias em 1934, bem como reação ao avanço na Europa do nazi-fascismo de Adolf Hitler ou Benito Mussolini. Nesse momento também na vizinha França governava uma Frente Popular"https://pt.wikipedia.org/wiki/Frente_Popular_(Espanha).
Não é o caso aprofundar cada uma dessas denominações, mas perceber a complexidade do problema e não a simplificação.
Por outro lado, qual liberalismo esta-se falando?
Não é o caso aprofundar cada uma dessas denominações, mas perceber a complexidade do problema e não a simplificação.
Por outro lado, qual liberalismo esta-se falando?
"Raquel
Adrien1
“O
verdadeiro opressor é o Estado, não o capitalismo.Não se esqueça
que o Estado não produz nada,tudo que possuem é usurpado
coercitivamente da sociedade produtiva.E eu não sou usuária do
sus, porque raios eu tenho financiar insulina para diabéticos que eu nem
conheço?”.
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Responder · 2 d
André
Hinnah2
“Tens
que financiar pq vives em sociedade, já que a questão da humanidade
para vc parece não ter sentido (e aposto que vc é uma "cidadã
de bem" e possui alguma religião). E sociedade só é possível
com solidariedade, nem que esta seja imposta. Com relação à
questão da produção, que vc citou, quando se fala em
infra-estrutura, por exemplo, se Estado não investir ela
simplesmente não existirá, pois a iniciativa privada só coloca
dinheiro onde há geração de lucro. Se vc estudar o desenvolvimento
das economias capitalistas mais desenvolvidas verás que em todos os
casos, sem exceção, o indutor do crescimento econômico foi o
Estado e que a iniciativa privada veio atrás. Isso ainda é regra
atualmente. E quando há a ocorrência de crises econômicas, como a
de 2008 nos EUA, é o Estado que socorre as empresas. Afora isso, que
é conhecimento econômico básico, vale lembrar que o verdadeiro
opressor e usurpador é o privado, que se "adonou" do que
era originalmente público. Na origem das sociedades não havia bem
privado. Toda a terra, por exemplo, é de uso coletivo. Na base da
força alguns grupos foram se declarando "proprietários",
impondo sua presença, estipulando limites e excluindo os demais do
direito de usufruir daquele espaço e do que ele produzia. Isso em
detrimento de uma maioria que para poder sobreviver acabou tendo que
"servir" a esses usurpadores, primeiro como servos, depois
como vassalos, e hoje em dia como empregados”.
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Responder · 2 d
Raquel
Adrien:
“André
Hinnah 1.Eu vivo em sociedade,mas os impostos nao deixam de ser
coercitivos.Ou alguém me perguntou se eu quero pagar por isso?
2.Solidariedade é um ato voluntário,se é imposta,nao é
solidariedade. 3.Quanto a infra estrutura,se o setor privado não
quer investir,qual o problema?Tenho certeza que se os meios de
transporte e o saneamento básico fossem privatizados,teriam uma
qualidade muito maior. 4.O Estado iniciou o processo de
desenvolvimento no começo da revolução industrial,mas os países
ricos apenas se tornaram ricos,quando se tornaram liberais
economicamente.Os tempos são outros,o Brasil perdeu o bonde da
história,nao da para querer copiar o que foi feito a 200 anos
atrás.A Coréia do Sul é um exemplo.O governo nao tornou a Coréia
rica,isso é impossivel.Apenas facilitou para que o setor privado
pudesse investir. 5.No caso dos EUA,o próprio Estado gerou a
crise.Os EUA deixaram de ser liberais ha muito tempo,apesar de ainda
serem mais liberais que o Brasil.Exemplo de países liberais de
fato,são a Suíça,Cingapura,Nova Zelandia.No Brasil não se pratica
capitalismo de fato,é um capitalismo de estado,o estado controla
quase 70% da economia.Acha pouco? 6.A existência da propriedade
privada é um dos alicerces básicos para o desenvolvimento
econômico.É a própria base do capitalismo.O que vc esta
sugerindo,que o estado controle todas as terras?Gosta de comunismo né
rapazinho?Não existe terra coletiva,isso é pensamento de
esquerdista.A terra é um bem,nao um direito.7. Ser empregado é uma
opção.Se eu quero te contratar po 1000 reais,e vc aceita minha
proposta,onde está a exploração nisso?Ou vc prefere ficar
desempregado para nao ser explorado pelo patrão malvado?”.
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Responder · 2 d
Hidemi
Soares3
“Cingapura
Liberal? Vá estudar mulher, o Estado é gigantesco na economia de
Cingapura. A propriedade privada não é inerente ao homem, somente
em determinado período histórico é que surge a propriedade
privada. Sobre infra-estrutura é tão senso comum, mimimi "se
fosse privada seria bem melhor", não pois o retorno do
investimento em obras de infra-estrutura é muito mais lento do que
se investir, por exemplo, na bolsa de valores. E o Estado é
realmente um merda, pois nada mais é do que " o comitê
executivo da classe burguesa". Ao invés de ser um empecilho sem
o Estado o capital não sobrevive nem por cinco minutos. O Estado é
imprescindível para os capitalistas tenham lucro e quando ocorre uma
crise o Estado socializa a crise da iniciativa privada”.
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Responder · 2 d
Raquel
Adrien:
“Hidemi
Soares Vc precisa pesquisar mais.Estou falando de liberdade econômica
e nesse quesito,Cingapura esta entre os 3 primeiros colocados.Hilário
é vc achar que o Estado gera riqueza.Todos os países mais ricos tem
muita liberdade econômica.Sem essa liberdade,e com regras arcaicas e
burocracia,nenhum país se desenvolve.O Brasil é atrasado em
tudo,estamos na lanterna em termos de segurança juridíca,em termos
de infraestrutura(e vc ainda diz que o estado investe?),em termos de
impostos abusivos,leis trabalhistas atrasadas,previdência de quinto
mundo.Não é a toa que muitas empresas estão saindo do Brasil,e
preferindo ir pra Ásia,e até pro Paraguai.Isso mesmo,perdemos feio
até pro Paraguai.Enquanto países vizinhos como o Peru e a
Colombia,abrem sua economia e crescem,estamos ficando pra
trás.Brasileiro não aprende mesmo.Quero ver quando o governo
federal decretar falência,e suspender salários e recursos
públicos,o que será dessa gente.Vai ter muito sangue,Deus me
ouça.Pois só com dor e caos,talvez o brasileiro acorde dessa
matrix,e perceba que um estado grande é um atraso para o país”.
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Responder · 2 d
Raquel
Adrien:
“O
ranking de 2018. Pouca coisa mudou no topo do ranking de liberdade
econômica este ano. Os países considerados livres (índice acima de
80) agora são seis:Hong Kong, Cingapura, Nova Zelândia, Suíça,
Austrália, Irlanda 4
1https://www.facebook.com/raquel.adrien.16
. Estudou
Administração de empresas na instituição de ensino Mackenzie
Rio. Entrou novembro de 2016.
2https://www.facebook.com/andre.hinnah
. Mora em Santa Cruz do Sul.
3https://www.facebook.com/profile.php?id=100012397214758
. Estudou na instituição de ensino Universidade Federal da Bahia.
Anterior: Colégio Apoio Vitória. Mora em Salvador De Salvador.
Data de nascimento: 11 de outubro de 1983.
4https://acoluna.co/opiniao-os-eleitores-do-liberalismo-e-suas-ideias-de-jerico/
. OPINIÃO| OS ELEITORES DO LIBERALISMO E SUAS IDEIAS DE JERICO POR
MOACIR LIBERATO.
3Leia
mais em
http://rondoniadinamica.com.br/arquivo/rd-entrevista-professor-nazareno-o-mais-odiado-de-rondonia,6900.shtml#ixzz5RqC6a0uG
. © 2007-2017 Todos os direitos reservados a RONDONIA DINAMICA
COMERCIO E SERVICOS DE INFORMATICA LTDA .
http://rondoniadinamica.com/arquivo/rd-entrevista-professor-nazareno-o-mais-odiado-de-rondonia,6900.shtml
.
Por outro
lado, qual o fascismo que está se criando na atualidade no país?
Aqui, nesse contexto sul-americano, em que a teoria geral do fascismo
precisa ser adaptada ao gosto tupiniquim? Uma das primeiras considerações que se deve fazer é que a maioria das pessoas não acompanham com a profundidade necessária todas as teorias que chegam do exterior.
“Já
escolhi o candidato em quem poderei votar nas próximas eleições
para Presidente da República. Dentre todos eles, não há um melhor
e que represente tão bem todos os anseios e pensamentos da
esmagadora maioria dos brasileiros. E já vou logo adiantando: ele
NÃO é fascista. Nunca foi, embora seja cria da caserna. Chegou ao
posto de capitão e por isso tem pensamento e mentalidade moldada
dentro dos quartéis. Pode até ter certo viés antidemocrático,
porém a sua “visão de mundo” supera todas as adversidades
possíveis. De propostas simplistas para administrar um país de
enorme complexidade, o meu escolhido não assimila nem de longe os
resquícios que marcaram os perdedores do Tratado de Versalhes. E é
apenas uma coincidência ele ter subido nas preferências por causa
da crise econômica, desemprego, corrupção e violência urbana. As
ideias do meu guru são mesmo revolucionárias. De início, prega-se
armar toda a população para combater a violência desenfreada.
Esqueçam códigos, leis, tratados, convenções, acordos e outras
“tolices” mais. Embarquem no caminho perigoso e sem volta da
“violência se combate com mais violência”. Pode até ser uma
reedição da lei de Talião, mas “é melhor ter uma sociedade de
cegos e banguelas do que ter de viver acossado nas mãos de bandidos
ou de comunistas”. “Bandido bom é bandido morto”. Aliás, a
lição da caserna foi-lhe muito útil mesmo: impossível viver numa
sociedade dominada pelos adoradores de Karl Marx. Fora do campo
ideológico, no entanto, as soluções fáceis grassam naturalmente
para o delírio de seus eleitores. Negros, índios, mulheres e
minorias como homossexuais e quilombolas já sentem um frio na
espinha. O meu candidato NÃO é tirano, mas entende que existe uma
ordem natural das coisas. Por isso, defende intransigentemente a
família tradicional, mesmo já tendo se casado três vezes e de ter
dois filhos “por fora”. Ele é o máximo: tem quatro filhos
homens e “fraquejou” quando nasceu o quinto, uma menina. Mas NÃO
é misógino. E vou logo avisando: nada de Estado Laico. “O negócio
aqui é Estado Cristão”. Gays, esquerdistas, mulheres e até
alguns tipos de religião podem sofrer “privações” por parte do
governo. E está liberada de agora em diante a nossa capacidade de
fazer piada com eles. Não há fascismo nenhum em mostrar o peso dos
negros em arroubas ou de se recusar a estuprar mulher feia. Será que
só as bonitas é que mereceriam este tratamento? E filhos bem
criados não “viram” homossexuais nem se casam com mulheres
negras. Meu futuro presidente NÃO é despótico, mas defende que a
mulher deve ganhar menos do que o homem porque engravida todos os
anos. Não há tirania também em se usar a estupidez e a ignorância
como armas políticas para defender seus ideais. Muitos já fizeram
isso. Só que agora, meio que tardio, prega-se abertamente a
utilização do voto útil para derrubar o meu escolhido. Tolice, ele
é fruto da incompetência da Direita e da Esquerda e por isso fica
muito difícil parar com as suas investidas. Estado fraco, corrupção
sem controle, leniência da lei e da ordem, judiciário corrupto,
privilégios, caos social, injustiça secular e desigualdade social
abriram o caminho para ele e agora estão querendo se arrepender? O
meu preferido não é um homem de carne e osso como esses de vocês e
NÃO é ditador. “É uma mentalidade, uma ideia, uma imaginação
que quer usar a democracia para asfixiá-la no seu nascedouro”.
Será que ele vai conseguir?”. 1
(…) “RD – O senhor fez uma jogada tentando alterar a autoria de
seus textos para um pseudônimo motivado pela revolta gerada pelos
artigos. Entretanto, desistiu e voltou como Professor Nazareno ao
escrever “Professor Nazareno, o lixo de Rondônia”, num texto
onde se desnuda do alter ego e dá explicações
demais sobre motivações e objetivos. Isso é um sinal de
desistência? PN – Tentei postar artigos como Antônia Inocência
da Silva 2,
que é o nome do meu perfil no Facebook. Já é meu quarto
perfil, porque tive outros que, por conta de denúncias, foram
eliminados pela administração da rede social sem que eu pelo menos
soubesse por quê. Então tentei jogar essa carga para o
pseudônimo Antônia Inocência exatamente por
causa das pancadas que levo, que o Professor Nazareno leva. Estou
cansado, cansado de levar porrada. Mas observei que escrevi o texto
“Em busca de um símbolo” assinando-o como Antônia
Inocência, pseudônimo do Professor Nazareno e não
adiantou. Não adiantou. RD – Por que deu errado? PN – Porque o
pessoal identificou ali o Professor Nazareno. Se eu não levar um
tiro, vou continuar escrevendo. E vou continuar elogiando o
governador Confúcio Moura (PMDB), o prefeito Hildon Chaves (PSDB),
vou continuar elogiando o Edgar do Boi (PSDC), vou continuar
elogiando Eduardo Cunha (PMDB), desde que cada um mereça ser
elogiado! E vou continuar falando mal de todos eles se merecerem as
críticas. Porque procuro mostrar a verdade, pelo menos a verdade que
eu enxergo. Não adianta elogiar alguém que não mereça ser
elogiado, porque eu estaria sendo hipócrita. Não vou “detonar”
uma pessoa que não mereça ser criticada, pois seria injustiça. E
eu não quero ser nem hipócrita e nem injusto. Eu quero ser real,
verdadeiro. Então é essa pegada que faço, que não vejo na maioria
das pessoas”.3
1“Meu
candidato NÃO é fascista! O meu preferido não é um homem de
carne e osso como esses de vocês e NÃO é ditador”. Professor
Nazareno [É Professor em Porto Velho]. Publicada em 21 de setembro
de 2018 às 13:06.
https://www.tudorondonia.com.br/noticias/meu-candidato-nao-e-fascista,21121.shtml
. “O jornalista, professor e escritor José do Nazareno Silva,
conhecido como Professor Nazareno, nasceu no dia 23 de agosto de
1958 na Fazenda Ingá, interior de Araçagi, Paraíba, a 90 km de
João Pessoa. Aos 58 anos, é casado e tem dois filhos. É formado
em Jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), graduado
em Pedagogia pela Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e é
pós-graduado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em
Produção de Textos. É articulista e leciona Língua Portuguesa e
Redação na Escola Estadual João Bento da Costa”. Leia mais em
http://rondoniadinamica.com.br/arquivo/rd-entrevista-professor-nazareno-o-mais-odiado-de-rondonia,6900.shtml#ixzz5RqAr8w6s
. © 2007-2017 Todos os direitos reservados a RONDONIA DINAMICA
COMERCIO E SERVICOS DE INFORMATICA LTDA . RD ENTREVISTA. RD
Entrevista – Professor Nazareno, o mais odiado de Rondônia —
Publicada em 19 de junho de 2017 às 11:37. Texto.: Vinicius Canova.
Fotos.: Gregory Rodriguez.
http://rondoniadinamica.com/arquivo/rd-entrevista-professor-nazareno-o-mais-odiado-de-rondonia,6900.shtml
.
2“Para
compreender melhor o cidadão que inventou alter ego homônimo –
por vezes transmutado num pseudônimo feminino escrachado – de
espírito anárquico e totalmente sem rédeas, a equipe encontrou
Nazareno em duas ocasiões distintas no reduto profissional que
tanto o orgulha: a Escola Estadual João Bento da Costa (JBC)”.
Leia mais em
http://rondoniadinamica.com.br/arquivo/professor-nazareno-o-outro-lado-do-odio,6782.shtml#ixzz5RqDWvM2h
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.
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